Eliseu Gabriel debate ozonioterapia no serviço público de saúde

Publicação: 30/04/2018

Terapia complementar às convencionais pode ser utilizada para diversas finalidades médicas, a custo baixo.

A Ozonioterapia como técnica médica por meio do ozônio medicinal é secular e pode ser aplicada em pacientes de todas as idades e com diagnósticos diversos. Contar um pouco sobre a terapia e discuti-la enquanto prática a ser aplicada no serviço público de saúde de São Paulo foi o objetivo do seminário que aconteceu no ´ltimo dia 8 de maio, na Câmara Municipal de São Paulo. Promovido pelo vereador Eliseu Gabriel (PSB) em parceria com a Associação Brasileira de Ozonioterapia (Aboz), o evento teve como tema central “Ozonioterapia como Prática Integrativa no Sistema Público de Saúde”.

O debate foi muito significativo, tendo em vista os números da saúde: 55% da população paulistana faz uso exclusivamente do setor público. Com restrição no orçamento, a Ozonioterapia é uma importante aliada.

Eliseu Gabriel explicou que o encontro também teve a finalidade de estabelecer uma redação para o projeto de lei que autorize a prática integrativa para a população da cidade de São Paulo.

A Ozonioterapia com regulamentação de prática médica já está em uso em países como Alemanha, Portugal, Espanha, Cuba, Rússia e em algumas partes dos Estados Unidos. No Brasil, ela teve o projeto de lei nº 227/17 votado por unanimidade no Senado Federal, em outubro do ano passado. Atualmente, tramita no Congresso. Em março desse ano, a Ozonioterapia foi declarada pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, como uma das PICS (Práticas Integrativas e Complementares em Saúde).

O grande destaque da Ozonioterapia, além de potencializar os efeitos dos tratamentos convencionais quando usada complementarmente, é a sua acessibilidade: praticamente não invasiva e extremamente benéfica em relação ao custo. “Há muitas doenças cujo tratamento melhora muito a condição do paciente. Elas podem e devem ser tratadas por essa terapia no SUS”, explicou Celina Ramalho, professora e pesquisadora e que palestrou no evento. Ela citou feridas de diabético, que hoje são responsáveis por 11 amputações por hora no Brasil; as infecções como a tuberculose, que volta a ser epidêmica atualmente; e processos inflamatórios como o reumatismo, que consome 10% do orçamento dos medicamentos do SUS.

"Poucas iniciativas no campo da saúde pública poderão trazer tantos benefícios às pessoas, principalmente para as mais carentes, do que a regulamentação da Ozonioterapia em nosso país”, explicou a médica Maria Emília, que dirigiu a Aboz por diversos anos. Ela ressaltou que a terapia é simples e de baixo custo. “Se for bem aplicada, tem caráter inofensivo e um potencial múltiplo de aplicação face a um grande número de enfermidades, em especial às doenças crônicas e degenerativas, cujo perfil evolutivo tende a ser emergente em nossa população”, completou.

 

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