Energia Solar: Desafios e diretrizes para uma política municipal

Seminário sobre Energia Solar discute políticas públicas para o setor

Evento abordou os principais desafios e, dentre outras ações, propôs a criação do Fórum Municipal de Energia Solar.

Na última segunda-feira (19), aconteceu o seminário "Energia Solar: Desafios e diretrizes para uma política municipal", no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo.

O evento, de iniciativa do vereador Eliseu Gabriel (PSB), marcou o Dia Municipal da Energia Solar, Lei 16.450/16 de sua autoria. Participaram do Seminário importantes entidades do setor, associações que representam a cadeia produtiva, órgãos de governo, organizações da sociedade civil envolvidas com gestão municipal e sustentabilidade, entidades acadêmicas e de pesquisa e agências de financiamento.

Compuseram a mesa de abertura e a roda de debates:

Antonio Octaviano, Diretor de pós-graduação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec); 

Marcio Takata, professor do curso de Energia Fotovoltaica do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec); 

Douglas Messina, Pesquisador do Centro Tecnológico do Ambiente Construído (CETAC) do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT);

Rodrigo Sauaia, Presidente executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar);

Carlos A. F. Evangelista, Presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída (ABGD);

Rogério Pereira Jorge, Diretor de relacionamento com o cliente da AES Tietê;

Antonio Celso de Abreu Jr., Subsecretário de energias renováveis da Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo (SEM);

João Alberto Cantero, Diretor do Departamento de Edificações da Secretária Municipal de Serviços e Obras (SMSO) da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP);

Álvaro Sedlacek, Diretor financeiro e de negócios da Agência de Desenvolvimento Paulista - Desenvolve SP;

Arturo Alarcon, Especialista em energia do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID);

Ricardo Junqueira Fujii, Analista de Conservação Senior de Mudanças Climáticas e Energia, do Fundo Mundial da Natureza (WWF-Brasil);

Igor Reis de Albuquerque, Gerente de projetos do ICLEI – Governos Locais para a Sustentabilidade.

As apresentações e debates foram em eixos decisivos sobre o assunto, como conceitos sobre Energia Solar, sua importância para o clima e para a sustentabilidade, a situação atual das pesquisas e formação profissional na área, além de cadeia produtiva, geração de empregos verdes, marco regulatório e financiamento. Também foram apresentados cases de sucesso.

Eliseu Gabriel ressaltou que a cidade de São Paulo é a maior consumidora de energia elétrica do País. Sozinha, gasta o equivalente a 1/4 do que é produzido em Itaipu. Dentre as fontes de energia, a solar, apesar de ainda ser pouco utilizada em aquecimento e geração de energia elétrica, desponta como uma das mais promissoras e sustentáveis. “É a opção com o menor impacto socioambiental, estimula a criação de empregos qualificados, pode ser instalada em telhados ou áreas próximas ao ponto de consumo, e gera energia para ser injetada na rede de energia elétrica, diminuindo a fatura de energia (conta de luz) dos consumidores”, esclareceu ele.

Foi unânime entre os presentes a necessidade de políticas públicas de incentivo ao uso da energia solar. Para o vereador Eliseu Gabriel este talvez seja o principal desafio atual. Ele ressaltou a ressaltou a importância de o Brasil investir em políticas para incentivar o uso de energia solar. “Essa fonte de energia é pouco utilizada. Estamos atrás de países como Alemanha e China, que têm menos capacidade de produção do que nós. O nosso potencial é enorme. Temos maior nível de insolação e ainda temos quartzo [material utilizado para fabricar os painéis fotovoltaicos]. Só não faremos se não quisermos. Porque temos todas as condições”.

De acordo com o presidente executivo da Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), Rodrigo Lopes Sauaia, o Brasil está atrasado no desenvolvimento de energia solar. “O poder público demorou para identificar a energia solar como oportunidade para o desenvolvimento. No entanto, isso vem mudando e a própria população começou a cobrar os políticos”, disse.

Para Sauaia, é fundamental pensar em estratégias para que o País aproveite o potencial de geração de energia eólica. “O Brasil produz menos de 1% desse tipo de energia e precisamos avançar por meio de políticas de incentivo”, afirmou.

O subsecretário de Energias Renováveis do Estado de São Paulo, Antonio Celso de Abreu Júnior, afirmou que ações para incentivar o uso de energia eólica estão sendo feias. “O Estado tem interesse de estimular o aumento da produção desse tipo de energia e estamos promovendo incentivos e modernizando as legislações para estimular as empresas a instalarem os painéis fotovoltaicos”.

O diretor do Departamento de Edificações da secretaria municipal de Serviços e Obras, João Alberto Cantero, detalhou o que a capital paulista tem feito. “Os projetos novos têm de seguir várias regras de sustentabilidade. Entre elas, o de implantação de placas fotovoltaicas. O grande desafio ainda é modernizar os edifícios antigos”.

Ao final, Eliseu Gabriel colocou em votação simbólica a proposta de um Projeto de Resolução (PR) para a criação de um Fórum permanente sobre o tema, o que foi apoiado por unanimidade. “Precisamos ter um grupo para reunir as propostas feitas hoje, discutir novas, debater amplamente o que pode ser colocado em prática. São Paulo precisa construir uma política efetiva de energia solar”.

 

Eliseu Gabriel


Reeleito para o quinto mandato (2017-2020) com mais de 52 mil votos, foi o mais votado de seu partido e está entre os mais votados do Brasil.

Mais uma vez, foi convidado para assumir a Secretaria de Trabalho e Empreendedorismo, em janeiro de 2017. Após 180 dias de muitas ações e conquistas para a cidade e para os paulistanos, retornou à Câmara Municipal para prosseguir com seu mandato de vereador e estar mais presente ao seu partido, o PSB, do qual é presidente municipal. Atualmente, Eliseu Gabriel também é presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara e Corregedor do legislativo paulistano.

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